terça-feira, 14 de junho de 2011

Em 1928 nasceu o mito Che Guevara


Ernesto "Che" Guevara de La Serna, foi o maior líder revolucionário de todos os tempos. Nasceu na Argentina, na cidade de Rosário.
Nunca se preocupou muito com a política. Asmático, a ânsia de descobrir a cura para a sua doença, influenciou na escolha de sua carreira. Fez Medicina na Universidade Nacional de Buenos Aires.
Em 4 de janeiro de 1952, lançou-se em uma aventura pela América Latina, com 23 anos e a dois anos de sua formatura como médico. Quando voltou, escreveu em seu "Diário de Viagem": "Já não sou mais o mesmo". Conheceu um estudante de direito que se chamava Fidel Castro, um exilado Cubano.
Junto com mais 18 homens, penetraram em Sierra Maestra, na ilha de Cuba para no ano de 1959, tomar a cidade de Havana e pôr fim ao imperialismo norte-americano que habitava a pequena ilha. Os Estados Unidos estabeleceram um embargo econômico junto á mesma para que se fosse encerrada a Revolução. Mas nada disso aconteceu. Com a ajuda da União Soviética, Cuba foi se protegendo de uma tentativa de invasão americana. Lutando contra suas crises asmáticas, o revolucionário Che combateu pelo comunismo, mundo afora.
Em 19 de agosto de 1961 de passagem pelo Brasil foi condecorado com a Ordem do Cruzeiro do Sul pelo então presidente Jânio Quadros que renunciaria uma semana depois. Fidel declarou-se socialista e aproximou-se da União Soviética recebendo dela mísseis nucleares que poderiam atingir os Estados Unidos, é a "crise dos mísseis" de 1962, Kennedy ordenou o bloqueio de Cuba pela Marinha e ameaçou invadi-la. Sem consultar os cubanos, os soviéticos retiraram os mísseis.
Durante todo este período, escreveu e publicou suas principais obras. Em setembro de 1966 chegou à Bolívia para estabelecer um centro de treinamento de guerrilha, onde deveria servir de quartel-general tanto para revolucionários bolivianos quanto para aqueles que iriam chefiar revoluções em países vizinhos.
Uma série de desentendimentos entre o PC boliviano e a guerrilha fez com que o primeiro retirasse o seu apoio, deixando Guevara e seus homens completamente isolados. No dia 9 de outubro de 1967, foi assassinado covardemente por oficiais Bolivianos, patrocinados pela CIA.

A morte
No dia 8 de outubro Che Guevara foi preso no povoado de La Higuera, interior da Bolívia; no dia seguinte, por ordens da CIA, no dia 9 de outubro, aos 39 anos, foi fuzilado friamente no interior de uma pequena escola rural. Foi enterrado como um desaparecido qualquer e teve suas mãos amputadas. Não se sabe se é lenda, mas dizem que no momento em que Che já capturado, estava para ser executado, ele disse ao soldado: "Aponte bem essa arma e verás como morre um homem".


Copiado de www.primeiroprograma.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O poder do renascimento e da transformação


A borboleta é considerada um símbolo de ligeireza e de inconstância, de transformação e de um novo começo. A psicanálise moderna vê na borboleta um símbolo de renascimento.
- No Japão a borboleta é um emblema da mulher, por ser graciosa e ligeira. A felicidade matrimonial é representada por duas borboletas (masculino e feminino). Essas imagens são muitas vezes utilizadas em casamentos. Também são vistas como espíritos viajantes que anunciam a morte de uma pessoa próxima quando aparecem. A metamorfose das borboletas é simbolizada como: a crisálida é o ovo que contém a potencialidade do ser; a borboleta que sai dele é um símbolo de ressurreição. Também pode ser vista como a saída do túmulo.
- O termo grego psyche tinha dois significados originalmente. Um deles era alma e o outro borboleta, que simbolizava o espírito imortal. Na mitologia grega, a personificação da alma é representada por uma mulher com asas de borboleta. Segundo as crenças gregas populares, quando alguém morria, o espírito saia do corpo com uma forma de borboleta.
Escrito pelo artista plástico Ed Ribeiro, conheça mais sobre suas obras no sitewww.edribeiro.com.br

Nascemos para superar o nosso melhor


Quando falamos de superação, costuma vir à nossa mente cenas dramáticas, trágicas, falências, acidentes, e o nascimento de heróis que transcendem àquilo que a maioria não conseguiria. Essa não é a superação virtuosa. Essa é, simplesmente, a superação obrigatória, pois ao sermos expostos a uma situação do tipo “point of no return”, ou enfrentamos, ou nos resignamos e perecemos.
A superação espetacular  é aquela onde nos acostumamos a superar o nosso melhor. Isso quer dizer: um artista que se aprimora a cada dia que passa; um profissional que antecipa o estado da arte na sua área e se supera na aplicação da técnica; um ser humano rico e famoso que não se isola do mundo e passa a viver de alucinações extra terrestres, e – ao contrário, fica a cada dia que passa mais generoso e acessível; um homem e uma mulher que evoluem juntos e obtem a capacidade de aprenderem a se amar de forma cada vez mais profunda e abrangente.
Nascemos para superar o nosso melhor, e isso pode ser instalado dentro de nós através de um rombo na nossa vida, onde iremos aprender o método da evolução a partir de uma perda. Vamos aprender o que a célula já sabe fazer, a recombinação criadora. Mas o grande segredo é aprender a usar essa mesma força poderosa não mais sob o peso de uma necessidade, das inevitáveis encruzilhadas da vida, e sim a partir do poder da vontade consciente, do crescimento superante de uma vocação, dos talentos, dos ângulos superiores da dignidade humana.
Quem inventou a anestesia foi um dentista. É o que a história revela. William Morton um compassivo dentista que, para acabar com o martírio dos pacientes descobriu as propriedades anestésicas do éter na alquimia do longínquo Paracelso. A superação superior parte das certezas de que tudo já existe e somos tomados por uma volúpia de consistências que são transformadas em trilhas para a descoberta de novas realidades. A felicidade, segundo Bertrand Russel, só pode ser obtida por quem a coloca acima de si mesmo. Esse poder oferece um sentido , um significado e um motivo que auto inspira a recriação da própria vida na mesma pessoa,  repetida e muitas vezes. As pedras que contam as histórias nos sítios arqueológicos são duras para permanecer por séculos. Seres humanos são frágeis e voláteis, mais leves do que o éter de Paracelso. Se pensarmos como pedras seremos o lumpen das ilusões, se raciocinarmos como finitos, gasosos,  passageiros e criativos, poderemos vir a ser cantos de cisnes,  liberando a alma para o vôo dos invencíveis e aí sim -  mais eternos e reais do que as pedras mudas e frias.
Toda superação exige mudança, transformação. Ao superarmos jamais seremos os mesmos de antes, passamos a incorporar novos papéis na vida. Um profissional que, após 30 anos de profissão sente a necessidade de criar um novo negócio, uma nova forma de carreira profissional, por exemplo, não o fará com os mesmos talentos anteriores. O seu melhor, a essência do seu conhecimento, relacionamento e obras sim, falam e continuarão a falar por ele e com ele. Mas, para o novo empreender será necessário gostar de coisas novas, se relacionar com pessoas novas, conviver em ambientes novos, retroceder ao aprendizado de fundamentos,  precisará incorporar muitos “ outros “ dentro de si. E isso é exatamente o que ocorre quando precisamos superar sob um trauma ou uma tragédia na vida. Precisamos chamar de volta a nossa criança interior, aprender processos novos, fazer novas amizades, estudar tecnologias novas e criar novos papéis para poder viver e construir dignidade e auto estima interiores.
Nascemos para superar o nosso melhor. O primeiro passo é descobrir nossa vocação, nosso talento nato. Em seguida vai o aprimoramento profundo desses dons. Logo depois, saímos desse “ ovo “ da pequena consciência, e adentramos novos níveis ultrapassando o limiar de cada estágio superante. Entramos então na consciência da generosidade, onde iremos dar mais do que recebemos, e com prazer. No auge da maturidade, a superação não irá nunca sossegar, virá a busca da missão da alma, aquele código secreto que nos foi impresso ao nascer, e continuaremos na jornada superante, agora cada vez mais humana , carinhosa sem perder a vigilância , e sabendo sair para o desapego das cargas e dos pesos que não poderemos carregar , nos próximos vôos das vidas a serem vividas.
Supere, pegue para fazer com o que tiver aqui, agora e já;  e conecte tudo o que voce faz com significados , sentidos e missões ; e com a sua criança interior que permanece viva e presente em todos os instantes da vida.
Jose Luiz Tejon Megido
Prof Pós Graduação da FGV, e da ESPM; autor de 27 livros, Palestrante, Mentor e Consultor

sábado, 21 de maio de 2011

De novo.

Recomeça hoje o ano para o Galo,mais uma vez,uma renovação da eterna esperança atleticana.
Apesar das perdas,em campo, o time dá mostras de que pode estar tomando um caminho,que pode dar certo no futuro,mas,bem no futuro.
Para alguns jogadores que estão neste grupo,tendo oportunidades ha um bom tempo,este deve ser o campeonato da definição de sua carreiras no Galo.Para outros,que chegaram este ano, ja jogaram o bastante para se ver o que podem dar ao time.Dos desonhecidos e novatos,estes são os que melhor vem se saindo ate agora,ganhando confiança no time e principalmente da torcida.
Nós, torcedores do Galo,temos que aprender a medir a nossa expectativa diante das nossas possibilidades.Não resolve, e só frustra, achar que o que o Cruzeiro faz,poderemos fazer tambem,não é certo,o trabalho deles vem de longa data,no Galo,a cada meio de campeonato se faz mudanças radicais no time.
Se os treinadores foram mantidos ao limite maximo nos ultimos campeonatos,nas duas ultimas temporadas,tambem não deu certo.
Quando tinhamos a expectativa de Libertadores,na ultima reta ficamos apenas com a Sulamericana,e em nada se deu.Com o Luxemburgo,a mesma coisa,muita expectativa e a  comprovação de que foi tudo mal feito,e o ano foi salvo mais uma vez,no trabalho dos jogadores das categoria de base,não cairmos de novo,foi o consolo em 2010.
Para este ano,quase tudo do passado se repetiu,ficou o treinador,que é bom,mas os atropelos se repetiram,perda de jogadores importantes no começo do Mineiro,mais um fracasso na Copa do Brasil,retomada de animo no Mineiro,e perda do titulo, e agora mais uma leva de jogadores que chegou e ainda não estreou.
O que menos pesa nisso tudo é a perda do titulo estadual,não nos levaria a lugar nenhum,apenas ganhariamos um set da briga domestica.O que vale mesmo,tem de se fazer valer de agora em diante,no minimo uma campanha descente,sem as alterações dos anos anteriores e com uma continuidade verdadeira de um trabalho em que a base pode ser os jogadores formados na Cidade do Galo